sábado, 21 maio, 2022
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    Bilú Atelier

    Galeria de Arte

    Sobre Nós

    Vanina Franzoni e Mauro Aguirre são artistas plásticos nascidos em Montevidéu-Uruguai.

    Nos anos 80, Vanina iniciou seus estudos em cerâmica dando continuidade a um processo iniciado muito cedo em sua pré adolescência, através de cursos privados de arte. Mauro ingressou na Escola Nacional de Belas Artes em Montevidéu e participou de coletivos de grafiteiros, publicação de revistas “underground” e vários movimentos culturais fez desenhos em nanquim com ponta de pena, pintura e escultura.

    Em 1993, Vanina e Mauro inauguraram o Bilú Atelier, na época como Atelier Nalú. Desenvolvem um estilo próprio em escultura, uma linha de artesanato fino em cerâmica e iniciam uma investigação sobre técnicas cerâmicas em acervos arqueológicos e materiais etnográficos das culturas de língua Jê e Arawac no Uruguai, bem como estudos comparativos com a cerâmica de outras culturas arcaicas do mundo. Tudo isso intimamente ligado a uma visão ambiental concebida como um guia para a existência harmônica no planeta.

    Em 94, começam um grande processo de mudança pessoal em matéria de hábitos alimentares e cuidados do corpo e a alma em procura de potenciar a sua saúde.

    Em meados dos anos noventa, junto a Natalia González, o Atelier é renomeado “NALU-Bilu” como uma continuação do processo anterior. Natalia traz ao grupo a expressão corporal do teatro e da acrobacia. Juntos, eles oferecem oficinas para trazer a arte e seus benefícios para mais pessoas.

    Participam de feiras, seminários e exposições, aprofundando e disseminando conhecimento.

    Em 1999 como consequência da morte da mãe de Vanina tomam contato com o Reiki e pouco depois são iniciados na sua prática. Desde o ano de 2001 Vanina é Mestre de Reiki Usui e Tibetano e desenvolve o Kannon Reiki como caminho de Saúde Integral, mas também Mauro tem avançado na sua prática ao longo destes anos.

    Como parte da busca por um reencontro com a Natureza, Vanina e Mauro mudam-se de Montevidéu-Uruguai para a Chapada Diamantina-Bahia-Brasil.

    Numa primeira fase, dedicam-se ao trabalho da terra e a sua integração ao novo eco entorno.

    Em 2005 retomam as atividades do ateliê, que agora tem o nome de Bilu Atelier, e realizam exposições na Chapada Diamantina e Salvador-Bahia.

    “Trilhas ao Luar”, “Mama Grande” … suas criações fluem e se conectam.

    Em 2008, eles são convidados a participar no evento da Associação dos Artistas Modernos de Bahia (ARPLAMB), ambos pintam telas a beira da praia num projeto que reuniu mais de 60 artistas da Bahia.

    Vanina começa aqui a se manifestar também através da pintura. Somando a sua outra paixão, a dança, unindo diversas formas de expressão artística ao sua formação.

    A partir de 2010, eles começaram a abrir a sua arte para o mundo: Bilu Galeria no Vale do Capão, Chapada Diamantina, começa a funcionar como Espaço-Museu, apresentando sua arte para os visitantes de diversas regiões do Brasil e do mundo.

    Em 2012 foi construído o Novo Espaço Cultural da Bilú Galeria no Vale do Capão, com base em técnicas de “bioconstrução”, de adobes reciclados de antigas casas demolidas, projetado para receber exposições e oficinas de artistas do município e convidados de outras partes. Sua arquitetura dialoga com a natureza a seu arredor através de grandes janelas. A partir deste momento se desenvolveram várias exposições de artistas convidados como Saishi Takei (Japão), Mauricio Requião (Bahia), Ana Carolina Rolim (SP), Izabella Rocha (Bahia), etc.

    Palestras e workshops também são realizados.

    Participam em uma exposição coletiva de artistas brasileiros na galeria Ward-Nasse em Nova York (EUA) em 2010 e outra exposição coletiva de artistas brasileiros na galeria de arte Brick-Lane (Londres-UK), junto com Sonia Menna Barreto, entre outros em 2012.

    Em 2014, o Espaço Cultural abriu uma área de gastronomia e o Café Gourmet serve pratos da culinária árabe e uma grande variedade de doces de confeitaria.

    Eles continuam dando aulas e produzem esculturas até o ano de 2016, quando devem fazer uma pausa devido a problemas de saúde de Vanina.

    Hoje com ela saudável recomeçam o trabalho do Ateliê e da Galeria.

    Endereço

    Rua dos Brancos s/n

    Email

    [email protected]

    Website

    biluatelier.com.br

    Whatsapp

    (75) 99184-7917

    Redes Sociais

    Sobre o Bilú Ateliê

    O Bilú Atelier surgiu em Montevidéu (Uruguai) no mês de agosto de 1993 como Ateliê Nalú. Seus fundadores Vanina Franzoni e Mauro Aguirre migraram para ao Brasil em 2001, e com eles o ateliê.

    Retomaram a atividade artística no Vale do Capão (Chapada Diamantina\BA) a partir do ano de 2005.

    A concepção orgânica da proposta estética (e ética), tanto das formas quanto dos materiais escolhidos, decorre do contexto cotidiano dos artistas no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

    Isto manifesta-se também na proposta arquitetônica de restauração da casa do sitio onde moram, como na concepção bio-construtiva do Novo Espaço Cultural, integrados ambos harmonicamente dentro do Sítio “Bilú-Guidaí”.

    Vanina e Mauro recebem na Galeria Bilú visitantes de toda parte do mundo, que chegam à Chapada Diamantina procurando por suas belezas naturais, sua especial energia de cura, e rica diversidade cultural.

    As grandes questões que se colocam ao olhar do visitante são: qual é o valor que damos à memória? Como construímos nossos valores essenciais? Qual o legado que estamos a construir?

    Nosso Lar

    A Chapada Diamantina é uma região de serras situada no centro do Estado da Bahia, Nordeste do Brasil. Com formação de origem vulcânica, o solo da Chapada Diamantina, é berço de argila, cristais e diversos tipos de pedras preciosas e semipreciosas.

    Seu passado geológico, repleto das mais variadas e intensas transformações naturais, que ocorreram ao longo de milhões de anos, resultou em paisagens que fazem desse lugar um dos mais belos do mundo. Um lugar exuberante, cenário de belas cachoeiras, poços de águas transparentes, grutas com formações raras e trilhas por paisagens grandiosas. As belas paisagens e a transformadora energia de cura presente neste lugar, atraem visitantes de todo o mundo, em busca de autoconhecimento, cura e paz.

    É neste contexto que nossa arte é criada, com a inspiração de estarmos inseridos num dos lugares mais energéticos e de maior biodiversidade do mundo.

    Sobre nossa arte

    O fio condutor do nosso trabalho resgata as essências da vivência humana em suas manifestações rituais cotidianas como meio de transcendência e comunicação\comunhão com dimensões metafísicas.

    Num mundo cada vez mais pautado pelo imediatismo e a efemeridade das coisas, constata-se uma demanda crescente de revalorização de nossa ancestralidade como reencontro com a Mãe Terra e preservação de nosso patrimônio ambiental do qual nossa cultura faz parte.

    Nossa labor tenta inspirar a construção de espaços harmônicos de convivência através da sensibilização estética/afetiva e a potencialização da percepção de nosso ser e nosso entorno.

    O mundo dos mortos, pelo culto aos ancestrais, e o mundo dos sonhos, como percurso ao passado e projeção de futuro, são fontes de experiências, imagens, inspiração e premonição para a vivência artística. Mas o passado já não aparece como algo congelado no tempo e sim como matéria contemporânea.

    Este espírito xamânico e ecológico aparece como fluxos em formação na arte contemporânea desde os anos 60ś do século passado e se consolida fortemente nas últimas duas décadas manifestando-se em diferentes vertentes, artistas e estilos. Ele se delimita e define pela relação fluída com a natureza más também pela experiência xamânica, cósmica e ecológica.

    Esta vivência em nosso ateliê se manifesta em uma visão ritual, cultural e antropológica.

    De certo modo é também uma manifestação Visionária em sua forma Etnogênica, uma experiência vívida de consciência expandida e de contemplação da própria existência em quanto integração com o todo. Uma percepção de nossa profunda unidade com a natureza e o cosmos.

    A retomada do ato criador enquanto ritual constitui uma atitude de entrega e afeto da qual resultam objetos únicos e espaços quase cênicos novos e originais, que carregam reminiscências ancestrais, conduzindo a uma experiência de profunda expansão da consciência e de retorno a nossa essência original.

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