sexta-feira, 23 fevereiro, 2024

Aldebarã – Estrelas Fixas na Astrologia Cármica

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Aldebarã – Estrelas Fixas na Astrologia Cármica

A partir de um sonho com grandes possibilidades de ser esclarecedor e… Me reencontrei com as chamadas “Estrelas fixas”, como elementos bastante significativos para a interpretação astrológica. Os astrólogos e os magos da Pérsia já as conheciam e as usavam na arte de interpretação. Na Mesopotâmia as estrelas foram distinguidas em relação aos planetas, sendo chamadas de estrelas fixas, enquanto os planetas eram chamados de errantes. Os astrólogos persas destacam 4 estrelas conhecidas como guardiãs dos portais dos pontos, dos Equinócios e Solstícios. São elas Aldebaran, na constelação de Touro, Antares em Escorpião, a estrela Regullus em Leão e Formalhautes em Peixes. Os antigos textos astrológicos conferiam às Estrelas Fixas um papel de destaque nas interpretações astrológicas.

Dito isso gostaria de focar na interpretação dessas 4 estrelas nobres para os astrólogos antigos. Começarei olhando para Aldebaran, uma estrela que fica a 60 mil anos-luz da Terra. Ela é pelo menos 38 vezes maior que o Sol e com um brilho equivalente a 150 vezes o Sol.

O nome original da estrela vem do árabe e traduzindo ficaria algo como “o seguidor”. E isso vem por conta da sua presença na constelação de Touro, que surge no céu logo depois da aparição da constelação de Plêiades. E isso significa, na magia, que sua posição é um olhar direto do Touro para as Plêiades, mirando atentamente a posição das “hermanitas”.

Em termos astrológicos, Aldebarã é considerada uma estrela propícia, portadora de honra e riqueza. Segundo Ptolomeu, é da natureza de Marte. O astrólogo e alquimista Cornelius Agrippa escreveu que :

“O talismã feito sob Aldebarã com a imagem de um homem voando, confere honra e riqueza”.

Para os cabalistas é associada à letra inicial do alfabeto hebraico, Aleph, e portanto à primeira carta do Tarô, O Mago. Segundo a mitologia própria da Stregheria, ou bruxaria tradicional italiana, Aldebarã é um anjo caído que, durante o equinócio da Primavera, marca a posição de Guardião da porta oriental do céu.

Aldebaran, a estrela dos Alquimistas, pode significar algo importante e também o modo como ela interage dentro do mapa. Aldebaran, o Olho da revelação. A qual os Árabes designavam como a líder das Estrelas, parece seguir as Plêiades. Também é considerada a Estrela de Buda, a Estrela da Iluminação. Há mais de 5000 anos marcava o início do novo ano Babilônico.

Aldebaran então é um grande instrumento para interpretar o mapa hermeticamente, observando os aspectos que faz com todo o mapa. Principalmente as chamadas conjunções, que, quando estão juntas, influenciam-se diretamente com determinados planetas ou ângulo, Ascendente, meio do Céu, descendente e fundo do céu.

A glória e a ascensão podem ser favorecidas pelo aspecto com o Meio-do-céu que nos indica a vida profissional, relações exteriores e lugares de liderança e realização.

No ascendente, a realização pessoal, o caráter magnânimo e a relação harmoniosa com o corpo na saúde e na beleza. Já no descendente, irá apontar grande realização nos casamentos e nas relações.

Olhar para essas quatro estrelas sagradas para os Persas e povos da antiguidade, quer dizer penetrar nos Ministérios do Universo com uma maior consciência e com elementos para perceber a música divina das constelações.

Jorge Seixas
Jorge Seixas
Jorge seixas pratica e vive a Astrologia Esotérica a mais de 25 anos, oriundo dos movimentos sociais e políticos. Vivencia a espiritualidade na linha de Mestre Irineu e Babaji. Morador do Vale do Capão há mais de 15 anos.
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