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Reflexão: vivemos a era da “pós-verdade”?

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Reflexão: vivemos a era da “pós-verdade”?

Às vezes, por formações superficiais, ou no ritmo ditado e estabelecido nas redes sociais pelos seus algoritmos, ao apreciarmos uma situação astrológica, um fato sugerido pelos astros, corremos o risco de nos enquadrarmos numa visão fechada e estreita. Devido ao conhecimento superficial e apressado dos tempos de agora, no campo da Astrologia podemos perceber erros temerosos.


Vivemos, auxiliado pelas redes um momento chamado de “pós-verdade”, que talvez nossos avós chamassem de mentira ou de falsidade. Mas também, vemos muito, atualmente, a visão superficial do conhecimento, a transmissão instantânea do saber, propagadas pelas formações rápidas de fim de semana em alguns campos do conhecimentos, auxiliados por uma visão da valorização do “sentir” em vez de “saber”. No campo da Astrologia e da responsabilidade com esse conhecimento tão antigo podemos perceber equívocos bastantes sérios. Por isso é necessário cautela e observação sobre as conclusões apressadas e a propagação dessas verdades que muitas vezes não vem de uma formação apurada. E nesse sentido a contextualização generalizada de um fato astrológico pode levar a um pensamento unilateral ou a uma visão simplista em que determinado elemento é apenas ameaçador ou negativo. E muitas vezes reproduzimos com facilidade aos ventos (as redes) trazendo insuficiência na interpretação.


Vamos aos fatos. Falemos de um fenômeno curioso e bastante comentado, dos Planetas Retrógrados. Primeiro quando nos referimos a retro graduação, estamos falando de um movimento aparente que se observa, quando da Terra, olhamos para o determinado planeta. Ou seja, este fenômeno é aparente e não uma realidade. E as características sugeridas pelo planetas retrógrados é que ele perde um pouco a sua força, ele vem recheado de características que desafio cumprimento daquela ação sugerida pelo plenta nessa condição. Traz para o contexto de sua representação a negação ou o desafio. Isso provavelmente está implicado pelas chamadas situações cármicas, ou seja, dos reflexos de nossas e ações em outras encarnações. Indicam desafios, traços negativos que carregamos ao longo da nossa caminhada. Contudo, está contido nele a chave para a nossa transformação, para a resolução definitiva desse passado. Está nos dando a oportunidade de revermos essas características mal desenvolvidas ou mesmo não completadas com aquilo que o planeta informa na condição de retrógrado.


Toda retro gradação é oportunidade de ver nossas faltas. De rever determinadas situações não compreendidas e não resolvidas. De (re-)ver com clareza todas as características que deveríamos transformar e não tivemos coragem ou oportunidade. A retro gradação chega para olhar as pontas soltas, para mostrar a bagagem que está pesada. Deixa claro os ciclos que terminaram, onde é preciso abrir espaço para avançar.


E nesse sentido, devemos olhar não como uma ameaça para as coisas darem errados, e sim, como a grande oportunidade nos dada pelo Incognoscível. A desatenção com este fato, pode ser a ferramenta necessária para que aconteça a tão propaganda negatividade. Há vários fatos e construções astrológicas que precisam ser analisados junto aos planetas retrógrados, para que se conclua que como representará aquela situação.

Jorge Seixas
Jorge Seixas
Jorge seixas pratica e vive a Astrologia Esotérica a mais de 25 anos, oriundo dos movimentos sociais e políticos. Vivencia a espiritualidade na linha de Mestre Irineu e Babaji. Morador do Vale do Capão há mais de 15 anos.
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